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Arruda

Ruta graveolens. É uma planta da família das Rutáceas. Suas folhas são utilizadas como chá com fins calmantes. Na forma de infusão (20 gramas para um litro de água), ou empregando-se as folhas secas em pó, combate os piolhos. Desde a antiga Grécia, era usada para afastar doenças contagiosas. Os escravos africanos usavam-na contra mau-olhado. A igreja, no início da era cristã, fazia raminhos de arruda para espargir água-benta nos fiéis.

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Minurinha

Chamaecrista orbiculata ou folha moeda.
Encontrada no cerrado brasileiro, possui textura e beleza diferenciados. Após ser desidratada e “esqueletizada” é muito utilizada no paisagismo e confecção de produtos artesanais.

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Jequitibá

Cariniana legalis. Árvores nativas da mata atlântica brasileira, existentes apenas na Região Sudeste do Brasil e em alguns estados vizinhos. Em língua tupi, significa “gigante da floresta”. Registros atuais anotam jequitibás com sessenta metros de altura (Um prédio de 20 andares) e são necessárias dez pessoas de mãos dadas para dar a volta em seu tronco.

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Louro

Laurus nobilis. Folha  aromática amplamente utilizada na culinária de todo o mundo devido a seu forte aroma e sabor. É utilizada na preparação de carnes, ensopados, caldos e sopas. Também possui propriedades medicinais, sendo usada para tratar  gripe comum e problemas digestivos.

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Magnólia

Magnolia. As magnólias são árvores, arbustos ou arvoretas semidecíduas ou decíduas, apreciados como ornamentais em jardins, principalmente em locais de clima temperado ou subtropical. Produzem abundantes flores brancas ou rosadas, grandes e perfumadas. Alguns estudos sugerem que as magnólias podem ser as primeiras flores que surgiram no nosso planeta, mas isso não é comprovado.

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Norte de Minas

Heteranthera reniformis. Planta perene e aquática da família Pontederiaceae. Possui alguns nomes populares como agriãozinho aquático, hortelã-do-brejo, pavoá, aguapé-mirim, dentre outros. Suas folhas em formato de coração (cordiforme) são utilizadas para decorar interiores e ambientes externos.

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Pata de Boi

Bauhinia forficata. A pata-de-vaca é uma planta medicinal, também conhecida como mão de vaca, pata ou unha de boi, muito utilizada para complementar o tratamento medicamentoso da diabetes.
É uma árvore brasileira com um tronco espinhoso que produz flores grandes e exóticas, geralmente brancas.

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Quina

Strychnos pseudoquina A. St. Hil. É uma planta arbórea, encontrada, principalmente, no cerrado brasileiro. Sua cascas apresentam ampla utilização como medicinal no Brasil. Em infusão, apresentam propriedades afrodisíacas e tônicas e febrífugas. As garrafadas e chás da casca são usados contra problemas hepáticos e distúrbios estomacais e anemia

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Renda Portuguesa

Davalia fejeensis. A renda-portuguesa é da mesma família das samambaias. Suas folhas (frondes) são muito interessantes: apresentam grande detalhamento nas suas subdivisões e recortes, tornando-a uma planta de textura muito particular e bela. As variedades mais conhecidas são a plumosa e a robusta. No inverno as folhas da renda-portuguesa tornam-se amareladas e caem, e ela deve ser protegida.

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Açaí

Euterpe oleracea. “Açaí” e “uaçaí” são oriundos do tupi yasa’i, “fruta que chora”, numa alusão ao sumo desprendido pelo seu fruto. O açaí é um alimento muito importante na dieta dos nortistas do Brasil, onde seu consumo remonta aos tempos pré-colombianos. Hoje em dia, é cultivado não só na Região Amazônica, mas em diversos outros estados brasileiros.

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Amêndoa

Prunus amygdalu. “Amêndoa” provém do grego amygdále, através do latim amygdala. Apesar de o termo amêndoa se referir ao fruto da amendoeira (Prunus dulcis), usualmente ele também é referido a sua semente, ou mesmo às sementes de outras variedades de amendoeiras. De tais sementes, são extraídos óleos e essências possuidores de propriedades medicinais e muito utilizados na indústria de cosméticos e na produção do licor amaretto.

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Amendoim

Arachis hypogaea L. Tem uma grande importância econômica, principalmente na indústria alimentar. Algumas variedades produzem grãos com uma grande quantidade de lípidos e têm sido utilizadas para a fabricação de óleo de cozinha. Em várias regiões da África, o amendoim é moído para cozinhar vários pratos da culinária local, que ficam assim mais ricos em lípidos e proteínas. É muito apreciado como aperitivo, torrado ou frito.

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Buriti

Mauritia flexuosa. Seu fruto, além de rico em vitamina A, B e C, ainda fornece cálcio, ferro e proteínas. Consumido tradicionalmente ao natural, o fruto do buriti também pode ser transformado em doces, sucos, picolé, licor, vinho, sobremesas de paladar peculiar, etc. O óleo extraído da fruta é rico em caroteno e tem valor medicinal para os povos tradicionais do Cerrado que o utilizam como vermífugo, cicatrizante e energético natural.

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Café

Coffea arabica L. O café é uma bebida produzida a partir dos grãos torrados do fruto do cafeeiro. É servido tradicionalmente quente, mas também pode ser consumido gelado. O café é um estimulante, por possuir cafeína — geralmente 80 a 140 mg para cada 207 ml dependendo do método de preparação. Minas Gerais é o estado com maior produção de café do Brasil.

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Carrapicho

Desmodium adscendens. Pequena erva rasteira, perene, estolonífera, com ramos de até 50m de comprimento. Frutos pequenos tipo vagens, que se aderem facilmente à roupa e aos pelos de transeuntes. É nativa de quase todo o país principalmente na planície costeira onde é uma “planta danínha”. Desde 2009, foi reconhecida oficialmente pelo Ministério da Saúde do Brasil como possuidora de propriedades fitoterápicas.

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Castanha do Pará

Bertholletia excelsa. A castanha-do-Pará é muito rica em selênio que é um excelente antioxidante que ajuda na prevenção do câncer e no combate à depressão. Para se ter todos os benefícios do selênio que está na castanha do pará basta comer uma castanha do pará por dia, pois não é necessário comer grandes quantidades deste alimento nem isso é indicado, pois é muito calórico.

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Pimenta

Capsicum frutescens. Pimenta é o nome comum dado a várias plantas, seus frutos e condimentos deles obtidos, de sabor geralmente picante. Além da coloração intensa e dos sabores picantes, associados aos caprichos e à sedução, a pimenta historicamente tem sido considerada como um suposto afrodisíaco. Já no século XVI era proibida aos jovens sob a suspeita de estimular a sensualidade.

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